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Rola na Copa

O jogo acaba, mas a bola continua rolando

5.10.2008

Este é o último post do Rola na Copa. Em pouco mais de um mês, o blog recebeu personagens ilustríssimos.

Grandes figuras como a Hélida, o goleirão Farley, o artilheiro Marden, o treinador Walter e o capitão Murilo ajudaram a construir a história da Copa MB 2008 pelas páginas deste diário virtual.

Além de jogos, gols e resultados, o blog tentou mostrar, também, que o futebol ainda guarda alguma magia, alguma emoção.

E esse vídeo aí embaixo, da disputa de pênaltis entre Luiz Gatti e Arnaldo, valendo o terceiro lugar na categoria A, é uma mensagem que traz todos os valores que o esporte carrega em si.

A 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil foi um show à parte do mundo da bola. Meninas e meninos, pais e mães, técnicos e professores: não há que não tenha se emocionado a cada bola na rede, a cada ponto conquistado com luta e suor.

Uma Copa que já deixa saudades. Mas que, felizmente, deixa também um consolo.

Ano que vem tem mais!

Por breiller

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Rádio MB - Podcast da Copa

3.10.2008

Alguns flashes da rodada final da 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil flagram a emoção de campeões, vices e, inclusive, de um terceiro colocado com gostinho de primeiro.

Confira na última edição do Podcast da Copa:

- Noel Moraes, treinador da equipe feminina do Colégio Tiradentes, comenta o título inédito na Copa MB:

 

- Lourenço, ex-jogador do Atlético-MG, vice-campeão do Showbol pelo Galo e campeão da Copa MB 2008 pelo Santo Agostinho, elogia o nível técnico da competição:

 

- Gabriel Cunha, 22 anos, autor do gol do título do Santo Agostinho na categoria Pais, fala do prazer em jogar ao lado de ex-profissionais, como Lourenço e Marquinho:

 

- Mônica de Brito, artilheira da categoria Mães e tricampeã da Copa MB pelo Magnum, explica a rivalidade com a equipe do Maximus:

 

- Cristina, mãe do Antônio, categoria C do Colégio Magnum, tenta consolar o filho, que perdeu o último pênalti na grande final:

- Alessandro Roberto, técnico da categoria A do Luiz Gatti, afirma que o terceiro lugar da equipe na Copa valeu por uma taça de campeão:

Por breiller

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Musa MB 2008

1.10.2008

Com expressivos 685 dos 1640 (!!!) votos distribuídos na enquete final do concurso, Bárbara Dellaretti, 14 anos, camisa 10 do SESI, foi eleita a Musa Mercantil do Brasil 2008.

 

Parabéns pra ela, que vai levar um Kit Oficial da Copa pra casa, e para todas as outras candidatas à musa da semana e finalistas do concurso.

Elas mandaram muito bem, fizeram campanha por votos e ganharam a simpatia de um bocado de fãs por aí.

Provaram que batem um bolão tanto dentro quanto fora das quatro-linhas e deram à Copa MB um charme todo especial.

Por breiller

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Artilharia

30.09.2008

Gols, muitos gols: assim se resume a 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil.

É justo, portanto, lembrar àqueles que mais contribuíram para a contagem dos tentos nesta Copa MB e balançaram a rede sem dó.

João Victor, Marden, Gabriel, Amanda e Mônica: artilheiros da Copa MB 2008

João Victor, Marden, Gabriel, Amanda e Mônica: artilheiros da Copa MB 2008

Categoria A
Marden Mendonça (Arnaldo) - 15 gols

Categoria B
João Victor (Magnum) - 9 gols
Lucas Barcelos (Sagrado Coração de Jesus) - 9 gols
Marcelo Oliveira (São Miguel Arcanjo) - 9 gols

Categoria C
Gabriel Ferro (Maximus) - 11 gols

Feminino
Amanda Moura (Magnum) - 14 gols

Pais
Lourenço Aparecido (Santo Agostinho) - 9 gols

Mães
Mônica de Brito (Magnum) - 7 gols

Por breiller

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Seleção da Copa - categoria A

29.09.2008

1 - Luís Filipe (Arnaldo)
3 - Giovanni Vilela (Batista Mineiro)
6 - Fernando Malta (Padre Eustáquio)
7 - Marden Mendonça (Arnaldo)
8 - Wellington Conceição “Leto” (Alternativa)
10 - Rodolfo Luís (Batista Mineiro)
11 - Otávio Toledo “Otavinho” (Coração de Jesus)

Técnico: Antônio Oliveira “Toninho” (Alternativa)
Craque da Copa: Marden Mendonça

Por breiller

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Seleção da Copa - feminino

29.09.2008

1 - Bruna Ferreira (Pitágoras)
2 - Paula Machado (Santa Dorotéia)
5 - Mariana Torelli (Pitágoras)
6 - Amanda Kelly (Tiradentes)
7 - Kamilla Moraes (Criança Esperança)
9 - Amanda Moura (Magnum)
10 - Flávia Ribeiro (Magnum)

Técnico: Ricardo Valério (Magnum)
Craque da Copa: Flávia Ribeiro

E aí, faltou alguém?

*OBS.: A escolha das seleções nas categorias A e feminina aqui no blog não está relacionada aos destaques individuais eleitos pela organização do torneio.

Por breiller

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Campeões

28.09.2008

As finais da 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil reservaram surpresas, zebras, emoções e muitos gols neste último domingo, no Centro de Futebol Zico.

Parabéns aos campeões da Copa! Cada troféu, seguramente, ficou em ótimas mãos.

Categoria A – Batista Mineiro

Apesar de uma primeira fase sem sustos, a equipe do CBM só cresceu mesmo a partir das oitavas-de-final, quando, no sufoco, bateu o Frei Orlando por 2 a 1. Na final, uma partida impecável, com um imponente 3 a 0 no placar sobre a Escola Alternativa, que havia eliminado o até então favorito da categoria, o Colégio Arnaldo.

Categoria B – Magnum

Um timaço! Assim pode ser definida a categoria B do Colégio Magnum. Além de grandes talentos individuais, como ‘Capixaba’ e ‘Gabilex’, o treinador Alex Wilson também merece destaque. Montou uma equipe muita arrumada, quase perfeita taticamente.

Categoria C – Maximus

Numa final emocionante contra o Magnum, decidida nos pênaltis, o Maximus, dos artilheiros Marco Antônio e Gabriel Ferro, levou o caneco pra casa. Merecidíssimo!

Feminino – Tiradentes

Raça, disciplina tática e defesa bem postada: três qualidades que definem a campanha das meninas do Tiradentes na Copa MB. Na decisão, seguraram a equipe do Magnum no tempo normal e garantiram o título nas penalidades.

Mães – Magnum

Juntamente com a categoria B, as mães do Magnum conseguiram, este ano, os dois títulos que o Colégio havia deixado escapar na última edição do torneio. Goleada na final e gostinho de vingança sobre o Maximus, que as havia imposto o vice em 2007.

Pais – Santo Agostinho

Sob a batuta de ex-jogadores do Atlético-MG, o artilheiro Lourenço e o habilidoso Marquinho, o Santo Agostinho faturou o bicampeonato da Copa MB. Título mais do que justo após as grandes partidas da equipe na fase final do torneio.

Por breiller

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Da Copa MB para o mundo

27.09.2008

Desde 2000, quando a Copa Intercolegial Mercantil do Brasil foi lançada, muitos atletas já passaram pelas quadras do Centro de Futebol Zico e ajudaram a escrever a história do maior torneio intercolegial de futebol society do país.

Dentre eles está Nirley Mércia, 16 anos, que jogou cinco Copas MB pelo Colégio Tiradentes – 2003 a 2007. Ela conta que as Copas que disputou deixaram muitas saudades e ótimas lembranças:

“Sinto muita falta das amizades que fiz por lá. Uma pena que não tenho mais idade para disputar a categoria feminina. Ficava a semana inteira ansiosa pelos jogos. Mesmo quando perdíamos, valia a pena, pois jogar, aprender e fazer novas amizades não tem preço”.

Nirley (segunda da esquerda para a direita, em pé) e o seu time do Tiradentes na Copa MB

Nirley (terceira da esquerda para a direita, em pé) e o seu time do Tiradentes na Copa MB

Outro que sente falta dos tempos de Copa MB é Frederico Santos, 17 anos, que também jogou cinco Copas, representando os colégios Santo Agostinho e Batista Mineiro.

Ele foi campeão na primeira edição da Copa Intercolegial Mercantil do Brasil, pelo Santo Agostinho, mas hoje não joga mais futebol. No entanto, guarda com carinho na memória a época em que disputava a competição:

“Vivemos bons momentos na Copa MB. Éramos apenas crianças, mas tínhamos uma grande responsabilidade defendendo nossos colégios”, lembra, saudoso.

Já Érika Heffner, 18 anos, é o exemplo mais bem sucedido de ex-atleta da Copa MB. Ela disputou seis edições do torneio, sendo quatro delas pelo Pitágoras.

Foi descoberta no futebol jogando durante o recreio do Colégio, junto com os meninos. Mesmo entre os garotos, destacava-se.

Tanto que, alguns anos mais tarde, Érika ganhou uma bolsa de estudos na Universidade de Idaho, nos Estados Unidos, só para defender o time de futebol da instituição. E ela se impressionou com a estrutura do futebol feminino que encontrou no exterior:

“Lá, nos EUA, eles investem nas meninas desde a infância e levam o futebol lado a lado com a educação. Aqui, no Brasil, deveria ser assim também, pois temos meninas que sabem jogar. A Copa MB, pelo menos, nos dá oportunidade de mostrar que o futebol feminino merece um incentivo maior”, acredita.

Resta esperar pelo próximo ex-atleta da Copa MB que irá representar o futebol brasileiro pelo mundo. Real Madrid ou Manchester United? Não custa nada sonhar.

Por breiller

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Chove chuva

26.09.2008

Choveu sem parar… E a rodada desta sexta-feira, 26/09, foi adiada para amanhã.

A programação da Copa MB para este sábado já está atualizada: clique para conferi-la.

Agora, a torcida é para que faça tempo bom!

Por breiller

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O que é ser capitão do time?

26.09.2008

Por trás de todos os times vencedores está, quase sempre, a figura de um grande líder.

Quando o Brasil foi tetracampeão do mundo, em 1994, Dunga ficou marcado por seu espírito guerreiro e pela liderança que exercia naquele grupo.

Na campanha do penta, em 2002, Cafu foi quem assumiu o posto deixado por Dunga, e conduziu, com carisma e sensibilidade, a Seleção a mais uma conquista de Copa.

Murilo Eustáquio, o capitão boa praça do Colégio Arnaldo

Murilo Eustáquio, o capitão boa praça do Colégio Arnaldo

Para ser capitão de uma equipe, não é necessário gritar, esbravejar e dar bronca nos companheiros o tempo inteiro. Cada um tem o seu estilo.

Murilo Eustáquio, 13 anos, capitão da categoria A do Colégio Arnaldo, garante que não precisa brigar com ninguém para exercer sua liderança na equipe.

Para ele, cada jogador tem a mesma importância do capitão, e todos são responsáveis tanto pelas glórias quanto pelas derrotas do time:

“Procuro sempre passar confiança para minha equipe, sem brigar com ninguém, apenas orientando e dando moral para os companheiros”, afirma.

Murilo diz acreditar que a principal característica de um capitão é a raça dentro de campo. O verdadeiro líder, segundo ele, tem de servir de exemplo para os outros jogadores.

Além disso, o capitão do Arnaldo aponta outra função importante do jogador encarregado de levar a braçadeira numa equipe:

“O capitão, muitas vezes, é a ‘ponte’ entre o treinador e o time. Converso bastante com o nosso técnico antes e durante os jogos para poder orientar corretamente a equipe”.

Como muita gente já deve saber, autoridade não se exerce com agressividade e ignorância. Autoridade é construída com respeito mútuo e, principalmente, bom senso.

A função do capitão não é ficar reclamando com o árbitro o tempo todo, nem mesmo só tirar o cara ou coroa antes do jogo começar.

O bom capitão, como o Murilo, ou mesmo Dunga ou Cafu, serve de exemplo de garra e dedicação para o resto da equipe.

Qualidades imprescindíveis no futebol, principalmente em momentos decisivos, como os que se aproximam nesta 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil.

Por breiller

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