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Rola na Copa

Ultima premiação da Copa Mercantil do Brasil 2009

23.10.2009

Hoje, às 19:30, no Centro Zico, teremos a entrega da premiação que ficou pendente devido a chuva na final da Copa MB.

As equipes que não receberam a premiação foram convidadas pelo Centro Zico para realizarem jogos amistosos entre elas, seguidos da entrega de troféus e medalhas.

Os ganhadores são:

Categoria Sub 9
1º Magnum
2º Batista
3º Efigenia Vidigal
4º São Miguel

Sub 11
1º Magnun
2º Batista
3º Imaculada
4º Loyola

Sub 13
1º Loyola
2º Efigenia Vidigal
3º De Olho No futuro
4º Santo Agostinho

Parabéns para as equipes e divirtam-se nos amistosos!

Por thiago

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11 campeões e uma só Copa

7.10.2009

Para fechar os trabalhos no blog, uma homenagem a todas as equipes campeãs da 10ª Copa Mercantil do Brasil.

Valeu demais pela participação ativa de cada um de vocês. Seja dentro de campo, na Copa, ou fora dele, no blog, no Orkut, no Twitter… Ficamos por aqui, e a contagem regressiva para 2010 já começou.

Afinal, teremos duas Copas no ano que vem. Primeiro, a Copa do Mundo, na África do Sul. Pouco depois, a 11ª Copa MB. Vamos respirar futebol o tempo todo, moçada!

Vejo vocês em 2010…

Por breiller

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Destaques 10ª Copa MB

5.10.2009

GOLEIRO DESTAQUE

ATLETA DESTAQUE

Cássio Moraes foi o destaque na categoria masculina Universitários

Por breiller

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Futebol Virtual

30.09.2009

O videogame é mesmo um recurso eletrônico curioso. Através dele, até quem não é muito chegado em futebol acaba gostando. Para quem já curte o esporte, os games são uma maneira de se sentir um verdadeiro futebolista.

Aproveitando que a Copa Mercantil do Brasil reúne gente de todas as idades e gerações, que vivenciaram as mais diversas fases desse futebol virtual, não custa nada recapitular os games que bombaram muito antes do século XXI.

Em 1988, o Goal II deu o pontapé inicial na jornada de sucesso dos games de futebol. O jogo, difundido pelos consoles NES, da Nintendo, e o Turbo Game, da CCE, era bem simples, suficiente o bastante para despertar o gosto pelo futebol no circuito dos jogos eletrônicos.

É lançado, então, no Brasil, em 1992, o FIFA Soccer. Produzido pela EA Sports, o Fifa se torna um dos mais populares e bem sucedidos entre os gamers. Apesar de sua jogabilidade limitada, o game angaria fãs por toda parte.

A cada nova edição – lançada anualmente e nas versões World Cup, antes das Copas – os gráficos melhoravam significativamente, e novas Ligas iam sendo incorporadas ao simulador de futebol. Em cinco anos, a série Fifa bateu recorde de vendas nas prateleiras dos games.

No entanto, em 1998, o Winning Eleven mexe com o mercado eletrônico de futebol. O jogo da Konami Sports prioriza o realismo e a jogabilidade, tornando cada partida uma reprodução quase fiel da realidade. Assim, o WE – que hoje se chama Pro Evolution Soccer - torna-se, em pouco tempo, um dos jogos mais comprados no Brasil, consolidado pela plataforma Playstation.

E na história dos games futebolísticos, um “projeto experimental” da Konami não poderia passar batido: International Superstar Soccer. Um jogo fascinante, porém, sem muitos gráficos apurados ou qualquer semelhança com a realidade.

De real o jogo não tinha praticamente nada. Era possível transformar juiz e bandeirinhas em cachorros (na versão Deluxe), assim como fazer gols do meio-campo sem dificuldades.

Mas ficaram imortalizados alguns bordões que o locutor soltava durante as narrações: “saque do goleiro”, “adiantado” e “meio-tempo”. O ISSS emplacou tanto no Super Nintendo quanto no Nintendo 64. Versão esta que tinha como craques da Seleção Brasileira os célebres Roca, Pardilha, Beranco e Allejo.

Copa MB mistura o mundo real ao virtual

Copa MB mistura o mundo real ao virtual

Para Arcade, a versão mais conhecida é a série Virtua Striker, da Sega. Muito “3Dealizado”, pouco realista. Sem contar o incômodo visual causado pelas sucessivas trocas de câmera. O jogo? Sucesso é que não foi.

Marcado pelas inovações, o campo dos jogos eletrônicos reservara ainda um novo jeitinho para simular o futebol. Os games de gerenciamento e comando de times logo viram mania no universo dos videogames, difundidos principalmente através das versões para PC.

Championship Manager, Fifa Manager e Worldwide Soccer Manager são as referências no âmbito da cartolagem virtual.

Se clássico é clássico e vice-versa, o Elifoot aparece na lista dos jogos mais populares para PC. A simplicidade do software, que simula as funções de um treinador de futebol, foi do DOS ao Windows sem perder a dinâmica viciante que transmite ao jogador. Impossível jogar duas partidinhas só, sem antes conseguir ser promovido a uma divisão superior.

Numa rápida sondagem com os atletas da Copa MB, deu para perceber que os preferidos da galera são mesmo o Fifa Soccer e o Winning Eleven. Mas há aqueles das antigas, como pais e universitários, que lembram os bons tempos de Goal e International.

E pra você, qual o melhor game de futebol de todos os tempos? Vote em nossa comunidade no Orkut!

Por breiller

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Copa MB: vitrine de jovens craques e treinadores

26.09.2009

Quando chega a Copa Mercantil do Brasil, os mais de 2000 atletas e os vários treinadores que disputam a competição só pensam numa coisa: oportunidade.

Oportunidade, para os atletas, de mostrar um bom futebol e chegar às categorias de base de um grande clube. Já para os treinadores - a maioria formada por jovens professores de educação física -, além da visibilidade que a Copa proporciona, o negócio é botar no currículo um importante título, que pode ser decisivo em suas carreiras.

Gildo já trabalhou na Polônia e hoje luta por espaço na Copa MB

Gildo já trabalhou na Polônia e hoje luta por espaço na Copa MB

Gildo Duarte, 41, técnico das equipes do Colégio Efigênia Vidigal, acredita que a Copa MB é tão valorizada por se tratar do maior torneio intercolegial disputado em Belo Horizonte. Para ele, um bom trabalho durante a competição é muito valorizado no mercado da bola.

“Ser treinador de futebol não é fácil. Há muita instabilidade, o profissional precisa começar de baixo, com remunerações básicas. Crescer nesse meio e chegar ao alto nível é ainda mais difícil, pois o mercado é bastante restrito. Por isso, um torneio de tanta projeção como a Copa MB é tão importante para nós, treinadores”.

Com a experiência de já ter trabalhado como preparador físico na Polônia, e ter revelado alguns jogadores que hoje estão no profissional do Cruzeiro, dentro da própria Copa Mercantil do Brasil, Gildo se orgulha de seu trabalho e dos atletas com quem trabalhou.

Na Copa MB de 2002, ele foi campeão comandando a Escola Alternativa, que tinha em seu plantel o meia Bernardo, jogador do Cruzeiro, o zagueiro Wellington, titular no Botafogo, além do centroavante Jonathas, que está no futebol holandês.

Antes de chegar ao profissional, Bernardo e Wellington passaram pelas quadras do CFZ

Antes de chegar ao profissional, Bernardo e Wellington passaram pelas quadras do CFZ

Além do orgulho, e de alimentar o sonho de se tornar treinador de um grande clube, Gildo mantém, acima de tudo, uma filosofia que considera primordial em sua profissão:

“O resultado e os títulos são muito importantes, pois dão visibilidade ao nosso trabalho, agregam valor ao currículo. Mas o fundamental é gostar do que se faz, ter vocação. E, em primeiro lugar, o objetivo de formar cidadãos, que saibam perder e ganhar, respeitando as diferenças”, afirma.

Outro técnico que também sonha com o alto nível é Renato Vidigal, 26, quem comanda a equipe Sub 13 masculina do Colégio Santo Agostinho. Profissional de educação física há seis anos, ele acredita que a estrutura oferecida para desenvolver seu trabalho conta muito na hora de galgar degraus no mundo dos boleiros.

Renato Vidigal também quer um lugar ao sol no futebol

Renato Vidigal também quer um lugar ao sol no futebol

“Detalhes fazem a diferença no futebol. No desporto escolar não é diferente. Colégios que têm boa estrutura, como o Santo Agostinho, têm mais chances de dar visibilidade ao trabalho de seus atletas e profissionais. Mantenho os pés no chão, mas penso em ser um grande técnico do futebol, sim”, diz Renato.

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Na entrevista de amanhã, um papo que complementa os discursos de Gildo e Renato: profissionais de educação física x técnico de futebol profissional. Fique ligado no blog!

Por breiller

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Sonho de criança

19.09.2009

Na cabeça, um sonho. Nos pés, a chance de mudar o destino. No coração, garra e perseverança que movem uma equipe.

No Espaço Criança Esperança, a Copa MB mobiliza todos os atletas, de corpo inteiro, em busca de uma conquista inédita. Participando da competição com duas equipes, uma no feminino (Sub 17), outra no masculino (Sub 15), a entidade tem motivos para ficar otimista.

Com os dois times classificados para a fase eliminatória da Copa, o pessoal do Criança Esperança anda empolgado. O blog do projeto exemplifica bem toda essa animação.

Por lá, são postadas todas as novidades das equipes que disputam a Copa, como a informação de que o time feminino havia carimbado passaporte para as quartas-de-finais.

Trazido para Belo Horizonte em 2003, no Aglomerado da Serra, o Espaço Criança Esperança atende quase 1000 jovens, entre crianças e adolescentes, oferecendo atividades de educação, inclusão social e esporte.

O esporte – mais especificamente o futebol, por sinal – é o que mais entusiasma os garotos, principalmente em época de Copa MB, como conta o treinador da equipe masculina, André Ferreira:

“A Copa mexe demais com todo mundo. Temos que fazer uma grande seletiva, pois muitos garotos querem participar”.

“Isso mostra que o esporte, dentro de um projeto social, é um dos principais instrumentos para promover integração e, até mesmo, recuperação de alguns jovens que eram tidos dentro da própria casa como ‘casos perdidos’”, acrescenta o técnico, que trabalha há quase seis anos no Criança Esperança.

O que prova também que, apesar do ótimo desempenho de ambos os times do Criança Esperança nesta 10ª Copa Mercantil do Brasil, o resultado que realmente interessa está fora do campo, bem além das quatro linhas.

Por breiller

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A Copa MB é 10… mil!

12.09.2009

Um golaço… Em todos os sentidos. Nesta tarde de sábado, Gabriel França, atleta Sub 11 do Frei Orlando, mandou a bola na gaveta e fez o gol de número 10000 na história da Copa Mercantil do Brasil.

Justamente no ano em que a competição comemora seus 10 anos. Uma média de mais de 1000 gols por edição.

Falando em milésimo, o dono da marca histórica acredita que o gol é um sinal de que também poderá entrar para galeria de craques que marcaram mais de mil gols, como Romário e Pelé.

“Acho que já fiz mais de 100 gols. Espero que esse gol traga sorte para eu chegar ao milésimo”, diz Gabriel.

Mas seu companheiro de time, Guilherme Bicalho, reivindica créditos pelo gol.

“Fui eu quem sofri a falta. Metade desse gol é minha. Ele tem que dividir o prêmio comigo”, brinca Guilherme.

Parabéns ao Gabriel e à toda a equipe do Frei Orlando pelo feito histórico. Agora, a Copa Mercantil do Brasil não é só 10. É 10000!

Por breiller

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Apito juvenil

5.09.2009

Ser árbitro de futebol não é fácil. Nunca agrada a todos - à bem da verdade, não agrada a ninguém - e ainda precisa ter ouvidos relapsos, tamanhos os xingamentos e ofensas sofridos à beira do campo.

Dizem que, para aguentar essa pressão, quanto mais experiente, melhor. Porém, o destemido Lucas Adonias quer provar o contrário. Com apenas 16 anos, ele é o árbitro mais jovem da 10ª Copa MB.

Lucas era aluno do Projeto De Olho no Futuro, desenvolvido pelo Mercantil do Brasil em parceria com o Centro de Futebol Zico, que hoje participa da Copa em diversas categorias.

Jogava e participava dos treinos de futebol como todos os outros garotos. Mas havia algo diferente nele. Segundo Marcílio de Assis, presidente da Federação de Futebol 7 Society de Minas Gerais (FFSMG), que também acompanha o trabalho no Projeto, o interesse de Lucas sempre foi maior pelo apito do que pela bola:

“Na época em que participava do Projeto, o Lucas gostava mesmo é de apitar os treinos. Vendo esse interesse dele, o convidei para fazer um curso de arbitragem lá na Federação. E o garoto tem futuro, viu?”, aponta Marcílio.

Aos 14 anos, Lucas já trabalhava em alguns jogos oficiais como mesário. Hoje, dois anos mais tarde, apita a Copa MB e outros torneios importantes do Futebol Society. Apesar de gostar de futebol, e principalmente de arbitragem, ele conta que seu desejo maior é chegar à faculdade e cursar Engenharia Mecânica.

“O De Olho no Futuro e a oportunidade de fazer o curso de arbitragem na Federação mudaram minha vida. Nunca poderia esperar por isso. Se houver chance de me tornar um árbitro de alto nível, vou agarrar. Mas meu sonho mesmo é cursar uma faculdade”.

Até porque, como já se sabe, vida de árbitro de futebol não é fácil…

“No futebol, o árbitro precisa ter duas mães: a que ele deixa em casa e a que ele leva para o campo. A gente não pode ligar para os xingamentos. É parte do nosso trabalho”, afirma Lucas, o árbitro prodígio.

Por breiller

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Folga no próximo final de semana

2.09.2009

Devido ao feriado de 7 de setembro, não haverá jogos do próximo fim de semana (4, 5 e 6 de setembro).

No dia 11 de setembro, sexta-feira, a 10ª Copa MB retoma as atividades normalmente. A tabela da próxima rodada será publicada no site após o feriado.

Mas continue ligado no blog oficial da Copa. Teremos atualizações, vídeos, entrevistas e novidades todos os dias. Afinal, a bola nunca deixar de rolar.

Por breiller

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Por trás de toda Copa existe uma mulher

29.08.2009

A Copa Mercantil do Brasil é um evento esportivo de grande proporção. Não chega a ser uma Copa do Mundo, mas dá trabalho para organizar. E como dá…

Por final de semana, são realizados, em média, 48 partidas. Oito equipes jogam simultaneamente a cada hora. São 2440 atletas inscritos, divididos em 11 categorias.

E aí, quem é que organiza isso tudo? Quem é que põe a Copa para andar?

Ninguém imagina que seja uma mulher. Mas, sim, ela é Miriam Rezende, coordenadora técnica da Copa MB e dona de uma paciência oriental.

Enquanto tabulava, em seu laptop, números e mais números das súmulas de jogos que não paravam de chegar, pelo menos cinco professores e técnicos entraram em sua sala para fazer pedidos e questionamentos. Pacientemente, ela recebia um por um, e tentava atender às exigências de todos.

‘Miriam, muda o horário do meu jogo… Miriam, troca a bola do Sub 11… Miriam, preciso substituir um atleta…’. Os pedidos são dos mais diversos, mas, sem se estressar, ela não perde o sorriso nem a vontade de entregar um grande evento aos participantes.

Professora de educação física, Miriam tem mais de 25 anos de experiência em organização de eventos esportivos. No Centro de Futebol Zico, está no comando da Copa Mercantil do Brasil desde sua 5ª edição e não perde o entusiasmo com a competição.

“Eu adoro isso daqui. Esse clima da Copa é muito legal. Tento sempre atender a todos, compreender e adequar as necessidades de cada colégio, de cada equipe. Como também sou professora de educação física, entendo o lado deles”, afirma.

Além de facilitar o trabalho de seus colegas - professores e técnicos -, Miriam, ainda, tem de passar o final de semana inteiro no CFZ, organizando a tabela de jogos e computando todos os resultados. Trabalho que não é capaz de tirar o seu pique.

“Minha casa fica entregue nos finais de semana, né? Faz parte do meu trabalho. Exige muita responsabilidade e bom senso, mas é muito prazeroso também”.

Por breiller

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