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Rola na Copa

É uma partida de futebol

25.09.2008

Está no ar mais uma coletânea com os melhores momentos da 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil.

Gols, dribles, cobranças de falta, bola na trave, chuveirinho na área… Nenhum lance escapa das lentes do Rola na Copa.

Seja um gol de placa, seja uma furada do zagueiro, não importa. Tudo isso faz parte do grande espetáculo que envolve uma partida de futebol.

Por breiller

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Musa MB - FINAL

24.09.2008

Em mais um recorde absoluto de votação – já to parecendo o Bial no BBB falando isso por aqui -, a Musa MB da semana é a Bárbara Dellaretti, do SESI.

Por falta de amigos, fãs e seguidores é que ela não morre tão cedo.

Numa das votações mais equilibradas do concurso, a Bárbara faturou 456 dos 881 votos, contra 425 computados para Sara Rezende, do Maximus.

Chegamos, agora, ao momento decisivo do Musa MB 2008. As quatro finalistas já foram definidas.

Quem vai ficar com o título de Musa Mercantil do Brasil 2008?

Agatha Sondertoft

Idade: 15
Posição: meia
Equipe: Instituto Itapoã
Nº da camisa: 4
Time do coração: Cruzeiro

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Bárbara Dellaretti

Idade: 14
Posição: atacante
Equipe: SESI
Nº da camisa: 10
Time do coração: Cruzeiro

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Chayene Bruna

Idade: 14
Posição: atacante
Equipe: Salesiano
Nº da camisa: 10
Time do coração: Atlético-MG

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Nathalie Fonseca

Idade: 15
Posição: ala-direita
Equipe: Escola Municipal Luiz Gatti
Nº da camisa: 2
Time do coração: Atlético-MG

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A vencedora, além da honraria digna de Miss, vai levar, também, um Kit Oficial da Copa MB, com mochila, boné, squizze e munhequeira.

Vale lembrar que, exclusivamente para esta final, a votação na comunidade do Orkut vai durar menos tempo. Termina no próximo sábado, dia 27, às 17h.

Portanto, não perca tempo e ajude a eleger a Musa MB 2008!

Por breiller

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Um sonho chamado futebol

23.09.2008

Dizem que o Brasil é o país do futebol e que todo brasileiro já nasce predisposto a correr atrás de uma bola. Convenhamos, não há como negar.

Somos uma pátria que veste uniforme e calça chuteiras.

“Futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma”. (Carlos Drummond de Andrade)

“Futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma”. (Carlos Drummond de Andrade)

Somos quase 200 milhões. E, nesse mar de gente, boa parte já sonhou em ser jogador de futebol um dia. A Copa MB, vista por esse lado, é uma fábrica de sonhos.

Para Fernando Malta, 13 anos, zagueiro da categoria A do Colégio Padre Eustáquio, a Copa representa uma oportunidade de mostrar seu futebol e, até mesmo, uma vitrine para categorias de base de alguns clubes mineiros.

“Penso em ser profissional um dia. Já joguei no Atlético-MG há algum tempo, e a Copa Mercantil do Brasil é uma oportunidade para, quem sabe, eu voltar a um time de base”, acredita.

Já Vítor Alves, 11 anos, goleiro da categoria B do Talentos da Bola, também alimenta o mesmo sonho de Fernando. Ele prefere não fazer muitos planos para o futuro, mas já se imagina dentro do Mineirão lotado:

“Seria um sonho realizado para mim chegar ao profissional e poder defender meu time do coração, o Galo. Mas vida de jogador deve ser muito difícil, também. É preciso muito compromisso com treinos e jogos”.

Goleiro Vítor espera a chance de um dia defender a meta do Clube Atlético Mineiro

Goleiro Vítor espera a chance de um dia defender a meta do Clube Atlético Mineiro

Se compromisso é um problema para o goleirão Vítor, Wellerson Renan, 11 anos, camisa 10 da categoria B do De Olho no Futuro, não se importa com as dificuldades para chegar ao profissional e se dar bem como jogador de futebol. A força para seguir em frente vem de dentro da própria casa.

“Minha família sempre me deu todo apoio pra eu lutar pelo meu sonho e ser um jogador. Dedico meus gols nessa Copa MB aos meus familiares e, por eles, sempre me esforço ao máximo”, conta o garoto, que tem como especialidade as cobranças de falta.

Eustáquio Luiz, treinador do Renan, trabalha há 11 anos no Centro de Futebol Zico com o Projeto De Olho no Futuro. Ele diz que o objetivo por lá não é revelar craques, mas, sim, formar o cidadão.

No entanto, ele tem sempre de lidar com o sonho de uma porção de garotos que vêem no futebol a grande esperança para mudar de vida:

“Os meninos assistem o ídolo na TV e querem ser como ele. Aqui no Projeto eu procuro orientá-los e mostrar que, para chegar lá, no profissional, é preciso muito trabalho. Mas tudo que estiver ao meu alcance, para que o sonho deles vire realidade, eu vou fazer”, assegura Eustáquio.

Que a Copa MB, então, sirva também para revelar novos e futuros craques. Afinal, “quem não sonhou em ser um jogador de futebol”?

Por breiller

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Mães que batem um bolão

22.09.2008

Acostumadas a vibrar com os gols dos filhos nas arquibancadas, elas desceram do salto e resolveram entrar em campo na Copa MB.

Este já é o terceiro ano em que a equipe de mães do Colégio Maximus disputa o torneio. Nas últimas duas edições, elas sagraram-se campeãs e lutam, agora, pelo tricampeonato.

Sandra Mara, 39 anos, goleira da equipe, está confiante. Além de ser uma das goleiras menos vazadas da categoria, com apenas um gol sofrido, ela vê sua equipe terminar a primeira fase na liderança do grupo B, com 6 pontos. Será que o tri vem por aí?

“Estamos em condições de defender nosso título, sim. Mas temos fortes concorrentes este ano, como as equipes da Escola Alternativa e do Magnum. Vai ser difícil, mas estamos preparadas para as finais”, afirma Sandra.

Ela conta que, quando mais nova, não gostava de assistir futebol. Jogar, tampouco. No entanto, quando resolveram formar a equipe de mães do Maximus, a história foi bem diferente.

“Graças a Deus a gente muda com o tempo, né? Hoje, o futebol é um grande lazer para mim. Montamos a equipe há três anos e, desde então, estamos sempre juntas. Passamos o ano inteiro esperando a Copa MB para reunir a turma e jogar”, revela a arqueira.

Sandra acredita, ainda, que veio de uma geração mais conservadora, que não via com bons olhos a presença da mulher nos campos de futebol. Por isso, ela, e muitas de suas companheiras de equipe, foram descobrir só agora que futebol não tem sexo, nem idade.

“Havia muito preconceito na minha época, infelizmente. A maioria do nosso time só foi chutar uma bola quando nos juntamos três anos atrás para disputar a Copa MB. O futebol, hoje, é nosso jeitinho de fugir um pouco do stress e da correria do trabalho”.

Seja como lazer ou simples válvula de escape da rotina do dia-a-dia, futebol, para elas, continua sendo coisa séria.

Não é à toa que o Maximus vem atropelando, com força total em busca de mais um título da Copa MB.

Por breiller

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O que é ser camisa 10?

21.09.2008

Pelé, Maradona, Zico, Edmundo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho… O hall de craques que vestem ou já vestiram a camisa 10 é extenso e de uma qualidade incontestável.

Para vestir a 10 do time, tem de ser craque. Além disso, o craque precisa ter personalidade. Pois, segundo a mística do futebol, vestir a 10 pesa, e muito.

Mas Douglas Alvarenga, 12 anos, camisa 10 da categoria A do Talentos da Bola, não concorda muito com a essa história e se diz à vontade vestindo a 10 da sua equipe.

“Número da camisa não faz habilidade. Se o jogador é bom mesmo, ele joga com qualquer uma”, acredita Douglas.

Ele, no entanto, se espelha no futebol de um jogador que não veste o seu número, mas é tão craque quanto um legítimo camisa 10: Robinho. Para Douglas, além de talento, o camisa 10 precisa ter outras qualidades:

“Quem joga com a 10 não tem que fazer apenas jogadas bonitas e ser individualista. Tem que saber jogar em equipe e passar confiança para os companheiros”.

Se, no futebol profissional de hoje em dia, vivemos um período de escassez de bons camisas 10, na Copa MB, esse tipo de jogador é o que não falta. O Douglas quem o diga.

Por breiller

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Raça, amor e paixão

19.09.2008

Como prega a música do Flamengo, raça, amor e paixão não têm faltado nesta 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil.

Cada jogo, uma nova batalha, que envolve superação e muita garra de todos os atletas.

E o jogo começa bem antes do apito do juiz. Começa no grito de guerra, na preleção, na corrente de fé no vestiário.

Porque a Copa MB, meu amigo, é osso duro de roer!

Por breiller

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Os artilheiros

18.09.2008

Depois do fim da primeira fase em quase todas as categorias, alguns artilheiros já despontam na corrida pelo título de goleador da 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil:

Mesmo muito marcado em todas os jogos, Marden, do Arnaldo, segue como maior goleador da Copa, com 10 gols

Mesmo muito marcado em todos os jogos, Marden segue como maior goleador da Copa

Categoria A

Marden Mendonça (Arnaldo) – 10 gols
Murilo Monteiro (Arnaldo) – 6 gols
Rodrigo Coutinho (Loyola) – 6 gols
João Ribas (Santo Agostinho) – 6 gols
Lucas Tadeu (Tiradentes) – 6 gols

Categoria B

Lucas Barcelos (Sagrado Coração de Jesus) – 9 gols
João Victor (Magnum) – 7 gols
Marcelo Pereira (São Miguel Arcanjo) – 6 gols

Categoria C

Marco Antônio (Maximus) – 8 gols
Felipe Costa (Alumnus) – 5 gols

Feminino

Amanda Moura (Magnum) – 9 gols
Yara Oliveira (Sagrada Família) – 7 gols
Beatriz Balbino (Santa Dorotéia) – 7gols

Alguns deles, como o Marden e o Lucas Barcelos, já marcaram presença aqui no blog e vêm firmes para levar a artilharia em suas categorias.

A fase eliminatória da Copa MB, no entanto, promete ser dura. E os artilheiros terão de se desdobrar para seguir anotando seus golzinhos.

Para esquentar a disputa, quem você acha que vai levar a artilharia na categoria A?

Clique e faça sua escolha na comunidade da Copa MB no Orkut!

Por breiller

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Musa MB #4

17.09.2008

Na edição passada do concurso Musa MB 2008, a vencedora foi a Agatha Sondertoft, do Instituto Itapoã. Em votação recorde, ela desbancou a Flávia Oliveira, do Nossa Senhora da Piedade, com 252 dos 436 votos.

Agora é hora de eleger a última Musa MB da semana, que fará companhia à Chayene, Nathalie e Agatha na grande final do concurso, semana que vem.

Bárbara Dellaretti

Idade: 14
Posição: atacante
Equipe: SESI
Nº da camisa: 10
Time do coração: Cruzeiro

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Sara Rezende

Idade: 13
Posição: meia
Equipe: Maximus
Nº da camisa: 11
Time do coração: Cruzeiro

Clique para votar!

Por breiller

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Nomes da Copa

16.09.2008

A edição 2008 da Copa MB conta com uma série de nomes pra lá de inusitados. Pra não dizer incomuns, exóticos ou, no mínimo, diferentes.

É o caso do Jansel Junio, 11 anos, atleta da categoria B do De Olho no Futuro. Ele diz que, nome igual ao seu, nunca viu. Nem na família, nem na escola, muito menos entre os amigos.

O tio de Jansel foi quem lhe presenteou com esta alcunha que chama a atenção. E ele garante que dá sorte, pelo menos dentro de campo:

“Acho Jansel um bom nome para centroavante. Todo jogador que tem nome diferente faz muito gol”, acredita.

Mas não é só Jansel Junio que atrai holofotes em torno do nome nesta Copa MB. Ele poderia até formar dupla sertaneja com o José Jonai, jogador da categoria C do São Miguel Arcanjo.

Ou pelo menos uma parceria no ataque dentro das quatro linhas: José Jonai & Jansel.

E ainda tem o Edevanderson, do Colégio Militar, o Diosafa, do Colégio São Paulo, o Gissélio, do Santa Dorotéia, o Emiayo, do De Olho no Futuro…

O que dizer, então, do Wilker, atleta da categoria A do Frei Orlando? Se bobear, é parente de algum galã de novela e a gente nem sabe.

Assim como o Brendon, que não tem o ‘Fraser’ como sobrenome, mas é um dos astros do time do Luiz Gatti na categoria A.

Porém, no futebol, o nome pouco importa. Mais vale mesmo é ser bom de bola, goleador.

Mas, reza a lenda, que nome diferente é sinal de craque com a pelota nos pés. Um tal de Breiller foi quem me contou.

Por breiller

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Com o coração

15.09.2008

No último sábado, Sagrado Coração de Jesus e De Olho no Futuro protagonizaram, pela categoria B, um dos jogos mais dramáticos desta 9ª Copa Intercolegial Mercantil do Brasil.

Faltavam menos de dois minutos para o fim da partida, e o De Olho no Futuro vencia, com certa tranqüilidade, por 4 a 2.

Foi aí que Lucas Barcellos, de 11 anos, atacante do Sagrado Coração de Jesus, resolveu aprontar mais umas surpresinhas nada agradáveis para o adversário.

Élson, Lucas e os companheiros de time comemoram o empate no finalzinho

Élson, Lucas e os companheiros de time comemoram o empate no finalzinho

Isso porque, antes, ele também marcara os outros dois gols de sua equipe na partida. E não ficou satisfeito…

Recebeu uma bola na área, tocou no cantinho e diminuiu a diferença para 4 a 3. Mas não havia mais tempo. Empatar aquele jogo era praticamente impossível.

Não para Lucas, muito menos para o treinador Élson Damasceno. Ele parou o jogo e mandou o recado: “vamos lá, moçada! Eu acredito em vocês”.

E não é que, faltando 20 segundos para o apito final, o Sagrado Coração de Jesus empatou? Daí, nem precisa falar de quem foi o gol, né?

No famoso “abafa”, chutaram uma bola pra dentro da área. A gorduchinha quicou na frente do goleiro e foi parar na cabeça do Lucas, o iluminado. Quatro gols, que fizeram dele herói por um dia.

“Nossa, nem dá pra acreditar. Foi muito emocionante fazer esses gols e ajudar meu time a empatar o jogo. Demos muita raça”, disse, ofegante, o pequeno artilheiro.

Vibração: o empate que valeu por uma vitória

Vibração: o empate que valeu por uma vitória

O técnico Élson era um dos mais empolgados com o empate heróico. “Ih, olha o gol lá!”, berrou, na hora em que Lucas decretou a igualdade no marcador. E saiu pulando sem rumo pra dentro da quadra…

Para ele, a motivação foi fundamental para que seus comandados não desistissem de seguir buscando o empate:

“Viemos muito desfalcados. Alguns jogadores tiveram que viajar com a família. Então, disse aos que vieram que eles teriam de correr duas, três vezes mais, para suprir a ausência dos outros. Eles entenderam a mensagem e deram uma lição de espírito esportivo”, comentou Élson, todo orgulhoso.

E olha que o empate não serviu para classificar o Sagrado Coração de Jesus para a segunda fase da Copa MB.

Mas ficou marcado, nesta edição do torneio, como o jogo do Lucas, do Élson, da persistência e do coração valente de alguns pequenos guerreiros.

Por breiller

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