Uma homenagem a todos os arqueiros, guarda-metas ou, simplesmente, goleiros da 10ª Copa MB.
Pois vida de goleiro não é moleza! E, nas finais do próximo sábado, eles terão trabalho redobrado.
Clique na sua camisa 10 preferida e escolha as cores do site.
Quer receber notícias da Copa Mercantil do Brasil no seu celular? Envie um SMS com COPAMB para o 50020. E, para cancelar o recebimento, envie DESLCOPAMB. Custo: R$ 0,10 + impostos.
Uma homenagem a todos os arqueiros, guarda-metas ou, simplesmente, goleiros da 10ª Copa MB.
Pois vida de goleiro não é moleza! E, nas finais do próximo sábado, eles terão trabalho redobrado.
Por breiller
Nenhum comentárioO videogame é mesmo um recurso eletrônico curioso. Através dele, até quem não é muito chegado em futebol acaba gostando. Para quem já curte o esporte, os games são uma maneira de se sentir um verdadeiro futebolista.
Aproveitando que a Copa Mercantil do Brasil reúne gente de todas as idades e gerações, que vivenciaram as mais diversas fases desse futebol virtual, não custa nada recapitular os games que bombaram muito antes do século XXI.
Em 1988, o Goal II deu o pontapé inicial na jornada de sucesso dos games de futebol. O jogo, difundido pelos consoles NES, da Nintendo, e o Turbo Game, da CCE, era bem simples, suficiente o bastante para despertar o gosto pelo futebol no circuito dos jogos eletrônicos.
É lançado, então, no Brasil, em 1992, o FIFA Soccer. Produzido pela EA Sports, o Fifa se torna um dos mais populares e bem sucedidos entre os gamers. Apesar de sua jogabilidade limitada, o game angaria fãs por toda parte.
A cada nova edição – lançada anualmente e nas versões World Cup, antes das Copas – os gráficos melhoravam significativamente, e novas Ligas iam sendo incorporadas ao simulador de futebol. Em cinco anos, a série Fifa bateu recorde de vendas nas prateleiras dos games.
No entanto, em 1998, o Winning Eleven mexe com o mercado eletrônico de futebol. O jogo da Konami Sports prioriza o realismo e a jogabilidade, tornando cada partida uma reprodução quase fiel da realidade. Assim, o WE – que hoje se chama Pro Evolution Soccer - torna-se, em pouco tempo, um dos jogos mais comprados no Brasil, consolidado pela plataforma Playstation.
E na história dos games futebolísticos, um “projeto experimental” da Konami não poderia passar batido: International Superstar Soccer. Um jogo fascinante, porém, sem muitos gráficos apurados ou qualquer semelhança com a realidade.
De real o jogo não tinha praticamente nada. Era possível transformar juiz e bandeirinhas em cachorros (na versão Deluxe), assim como fazer gols do meio-campo sem dificuldades.
Mas ficaram imortalizados alguns bordões que o locutor soltava durante as narrações: “saque do goleiro”, “adiantado” e “meio-tempo”. O ISSS emplacou tanto no Super Nintendo quanto no Nintendo 64. Versão esta que tinha como craques da Seleção Brasileira os célebres Roca, Pardilha, Beranco e Allejo.
Para Arcade, a versão mais conhecida é a série Virtua Striker, da Sega. Muito “3Dealizado”, pouco realista. Sem contar o incômodo visual causado pelas sucessivas trocas de câmera. O jogo? Sucesso é que não foi.
Marcado pelas inovações, o campo dos jogos eletrônicos reservara ainda um novo jeitinho para simular o futebol. Os games de gerenciamento e comando de times logo viram mania no universo dos videogames, difundidos principalmente através das versões para PC.
Championship Manager, Fifa Manager e Worldwide Soccer Manager são as referências no âmbito da cartolagem virtual.
Se clássico é clássico e vice-versa, o Elifoot aparece na lista dos jogos mais populares para PC. A simplicidade do software, que simula as funções de um treinador de futebol, foi do DOS ao Windows sem perder a dinâmica viciante que transmite ao jogador. Impossível jogar duas partidinhas só, sem antes conseguir ser promovido a uma divisão superior.
Numa rápida sondagem com os atletas da Copa MB, deu para perceber que os preferidos da galera são mesmo o Fifa Soccer e o Winning Eleven. Mas há aqueles das antigas, como pais e universitários, que lembram os bons tempos de Goal e International.
E pra você, qual o melhor game de futebol de todos os tempos? Vote em nossa comunidade no Orkut!
Por breiller
2 comentáriosPara sair da mesmice, um goleiro é quem dá as caras por aqui e bate um papo sobre as chances do seu time, o Santo Agostinho (Pais), ser campeão da 10ª Copa Mercantil do Brasil.
O time do Dornas, num jogaço de bola, bateu o Magnum na semifinal: 3 a 2, na prorrogação. E ele foi simplesmente um paredão, o herói do jogo.
Por breiller
Nenhum comentárioChegamos à final do concurso que vai eleger o craque desta 10ª Copa Mercantil do Brasil. Arthur Tavares foi o último selecionado para a decisão, ao arrematar 23 dos 60 votos da repescagem.
Todos os candidatos estão de parabéns pelas campanhas por votos e, principalmente, pelo desempenho na competição, principal critério ao definir quem participaria das enquetes semanais. Os finalistas, juntos, acumularam quase 800 votos ao longo da disputa.
Mas, agora, é hora de reunir amigos e parentes, namoradas e fã clube, para conseguir votos e, consequentemente, o título de melhor jogador da Copa. A disputa vai ser acirrada! Quem dormir no ponto perde a chance de ser o “Craque do Orkut”.
Vamos aos finalistas do concurso:
Arthur Tavares
Categoria: sub-13
Colégio: Salesiano
——————————-
Felipe Volpini
Categoria: sub-11
Colégio: Magnum
——————————-
Gabriel Ferro
Categoria: sub-11
Colégio: Maximus
——————————-
João Paulo
Categoria: sub-17
Escola: Estadual Central
——————————-
Robinho
Categoria: sub-17
Colégio: Polimig
Por breiller
Nenhum comentárioRicardo de Castro Felipe, técnico e professor do Colégio Salesiano, faz uma tabelinha interessante com o Rola na Copa sobre a formação do profissional de educação física e a necessidade de especialização do treinador de futebol hoje em dia.
Afinal, é preciso se formar em educação física para ser técnico e chegar ao alto nível?
Por breiller
3 comentáriosQuando chega a Copa Mercantil do Brasil, os mais de 2000 atletas e os vários treinadores que disputam a competição só pensam numa coisa: oportunidade.
Oportunidade, para os atletas, de mostrar um bom futebol e chegar às categorias de base de um grande clube. Já para os treinadores - a maioria formada por jovens professores de educação física -, além da visibilidade que a Copa proporciona, o negócio é botar no currículo um importante título, que pode ser decisivo em suas carreiras.
Gildo Duarte, 41, técnico das equipes do Colégio Efigênia Vidigal, acredita que a Copa MB é tão valorizada por se tratar do maior torneio intercolegial disputado em Belo Horizonte. Para ele, um bom trabalho durante a competição é muito valorizado no mercado da bola.
“Ser treinador de futebol não é fácil. Há muita instabilidade, o profissional precisa começar de baixo, com remunerações básicas. Crescer nesse meio e chegar ao alto nível é ainda mais difícil, pois o mercado é bastante restrito. Por isso, um torneio de tanta projeção como a Copa MB é tão importante para nós, treinadores”.
Com a experiência de já ter trabalhado como preparador físico na Polônia, e ter revelado alguns jogadores que hoje estão no profissional do Cruzeiro, dentro da própria Copa Mercantil do Brasil, Gildo se orgulha de seu trabalho e dos atletas com quem trabalhou.
Na Copa MB de 2002, ele foi campeão comandando a Escola Alternativa, que tinha em seu plantel o meia Bernardo, jogador do Cruzeiro, o zagueiro Wellington, titular no Botafogo, além do centroavante Jonathas, que está no futebol holandês.
Além do orgulho, e de alimentar o sonho de se tornar treinador de um grande clube, Gildo mantém, acima de tudo, uma filosofia que considera primordial em sua profissão:
“O resultado e os títulos são muito importantes, pois dão visibilidade ao nosso trabalho, agregam valor ao currículo. Mas o fundamental é gostar do que se faz, ter vocação. E, em primeiro lugar, o objetivo de formar cidadãos, que saibam perder e ganhar, respeitando as diferenças”, afirma.
Outro técnico que também sonha com o alto nível é Renato Vidigal, 26, quem comanda a equipe Sub 13 masculina do Colégio Santo Agostinho. Profissional de educação física há seis anos, ele acredita que a estrutura oferecida para desenvolver seu trabalho conta muito na hora de galgar degraus no mundo dos boleiros.
“Detalhes fazem a diferença no futebol. No desporto escolar não é diferente. Colégios que têm boa estrutura, como o Santo Agostinho, têm mais chances de dar visibilidade ao trabalho de seus atletas e profissionais. Mantenho os pés no chão, mas penso em ser um grande técnico do futebol, sim”, diz Renato.
——————————–
Na entrevista de amanhã, um papo que complementa os discursos de Gildo e Renato: profissionais de educação física x técnico de futebol profissional. Fique ligado no blog!
Por breiller
2 comentáriosA bola da vez aqui no blog vem da categoria Mães. Uma mãe rubro-negra, que prefere entrar em campo a torcer e sofrer pelo filho das arquibancadas.
Patrícia conta que é mais difícil torcer pelo fato de se sentir impotente do lado de fora, sem poder colaborar e influir diretamente no resultado do filho. Por isso, é dentro de campo que ela se sente à vontade, vestindo a camisa 9 do Maximus, classificado para as semifinais da Copa.
Nome: Patrícia Minatelli
Idade: 38
Colégio: Maximus
Nº da camisa: 9
Posição: atacante
Ídolo: Lúcio, o capitão da Seleção Brasileira
Time do coração: Flamengo
Por breiller
14 comentáriosNão há como descrever de outra forma. Nesta 10ª Copa MB, tivemos excelentes jogos, disputadíssimos. Mas Salesiano x Santo Agostinho, válido pelas quartas-de-final da categoria Sub 13 masculina, foi demais!
Por todos os ingredientes envolvidos. Pressão da torcida, confronto entre duas equipes candidatas a título, duelo entre o gigante Tavares e o baixinho Rabelo e o comando de dois jovens e competentes treinadores: Ricardo de Castro Felipe, do Salesiano, e Renato Vidigal, do Santo Agostinho.
O jogo só foi decidido na disputa por pênaltis. Tavares, que havia sido o herói do Sale no tempo normal e na prorrogação, chutou para fora, por cima do gol. Era o adeus à Copa MB.
No fim, deu Santo Agostinho: 7 x 6. Um jogaço de bola!
Acompanhe as penalidades dessa emocionante decisão:
Por breiller
2 comentáriosComo já mostramos aqui no blog, ano passado, vida de árbitro de futebol não é fácil.
E quem pensa que o mesário, aquele que fica sentado na cadeira anotando as sinalizações do árbitro e preenchendo a súmula do jogo, herda a melhor parte do serviço, está algo enganado.
Mesário tem trabalho, sim. Sua função, por sinal, é das mais complexas do meio futebolístico. É o que conta o jovem Lucas Monteiro, 16, mesário da 10ª Copa Mercantil do Brasil.
Lucas começou a se interessar por arbitragem no colégio, quando apitava jogos do campeonato interno. Daí, teve a ideia de iniciar o curso para se tornar árbitro de futebol. Perto de concluir sua formação, Lucas acredita que a mesa serve como estágio para a carreira no apito.
“Ser mesário é o primeiro passo para quem está começando na arbitragem. A gente aprende muita coisa na mesa, observa o trabalho dos árbitros, para depois ir para dentro de campo. É um processo comum nesse meio”, explica.
Para ele, a função exige concentração durante todos os jogos. Um trabalho que demanda muita atenção e conhecimento dos códigos e sinais próprios dos árbitros.
“A parte mais difícil do trabalho do mesário é saber o número dos jogadores, de quem fez a falta, de quem tomou cartão. E temos os nossos códigos específicos também, que servem para facilitar nossa comunicação durante as partidas”.
Conheça alguns códigos que fazem parte da sinalização dos árbitros
Por breiller
4 comentáriosO boleiro desta semana é um guerreiro! Fez gol, deu raça, não se entregou…
Uma contusão no joelho, no entanto, o tirou do jogo decisivo, e seu time, o Pitágoras, acabou eliminado após perder para a FEAD por 3 a 2, na categoria masculina Universitários.
Matheus, o gladiador do esquadrão laranja, pediu a música com todos os méritos. Música que serve de homenagem a todos os mineiros, principalmente os belo-horizontinos.
Por breiller
Nenhum comentárioO blog de futebol Rola na Copa acompanha cada lance da Copa Mercantil do Brasil. E conta tudo para você.
Breiller Pires
Este site contém conteúdos colaborativos. O Mercantil do Brasil não tem nenhuma responsabilidade sobre eles.
Copyright © 2009 Banco Mercantil do Brasil. Todos os direitos reservados.
www.mercantildobrasil.com.br